quinta-feira, 29 de abril de 2010

GLOBO RURAL

Globo Rural: A conservação do gado zebu E-mail

A conservação do gado zebu
O gado zebu foi um achado para o clima e as condições naturais do Brasil. Mas já tem gente cuidando para que o gado não perca suas caractetísticas tão produtivas por aqui.

Data: 06/04/07 | Duração: 11m59s
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Globo Rural mostra produção de gado e beneficiamento de cenoura




O Globo Rural deste domingo, dia 28, vai mostrar o esforço de um grupo de criadores, da região sul do país, que conseguiu afastar a extinção de uma raça de gado. Trata-se da raça Crioulo Lageano e já existem 700 animais no Brasil. A raça é boa produtora de leite e carne, além de ser importante por suas qualidades genéticas.

O programa desta semana também vai falar sobre quatro máquinas especiais que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lançou para o beneficiamento de cenouras. Os equipamentos auxiliam na produção de cenouras diferenciadas, que antes do lançamento dessas máquinas eram modificadas por trabalho manual.

O Globo Rural vai apresentar ainda as intenções dos produtores de soja do Paraná para a próxima safra e um balanço da safra de algodão do Mato Grosso. Além disso, o programa responderá as dúvidas que os telespectadores enviam por cartas, como uma que pede instruções para cuidar de coelhos no período de desmame.

O Globo Rural vai ao ar depois do Pequenas Empresas Grandes Negócios.
Por: Redação

Analisando a carne e leite de gado clonado São José Santa Catarina

Um estudo aprova o consumo da carne e do leite de gados clonados. "Não encontramos diferenças entre os produtos originados em cada animal clonado nem entre eles e animais vindos de reprodução natural, o que sugere que o leite deles é seguro para o homem". Segundo a equipe, os resultados sugerem que as técnicas de clonagem podem ser usadas para aumentar a produção de alimentos, particularmente em países em desenvolvimento.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O boi engorda até um quilo por

dia ao se alimentar com manipueira, atesta o

pesquisador da Embrapa Mandiocultura e Fruticultura Tropical, Mauto de Souza

Diniz. Manipueira é o líquido leitoso originário da prensagem da mandioca. Jogá-la fora é um desperdício. Os animais
gostam muito, porque ela é adocicada. O Acre vai aproveitá-la
.


Dr. Laerte Levai
Dr. Laerte Fernando Levai é um promotor de justiça de São José dos Campos em São Paulo, também formado em jornalismo, que tem se destacado na luta pelos direitos animais, pela ecologia e contra a vivissecção.
Se a safra de grãos de 2006/2007 do Brasil, de 131 milhões de toneladas, fosse distribuída igualmente entre os 180 milhões de brasileiros, caberia a cada um a inacreditável quantidade de 722 quilos de grãos num ano.

Num consumo (absurdo, claro) de um quilo por dia por pessoa, se poderia alimentar dois Brasis inteiros; ou cada brasileiro podia convidar outro terráqueo para comer com ele até fartar-se.
Acabaria com mais de um quarto dos famintos do mundo.
Só de soja, foram 58 milhões de toneladas, e de milho, 36,6 milhões, nesta safra. (Quase um quilo de soja por dia para cada brasileiro.)

São moeda de troca para os produtores, que os exportarão sobretudo para a União Européia fazer ração para o gado.

O alimento do mundo é desviado para sustentar a indústria da carne, porque é imensamente mais lucrativa.

Um quilo de carne custa o dobro, o triplo, o quíntuplo ou mais que um quilo de grãos (embora sejam necessários sete quilos de grãos para produzir um quilo de carne).

As crianças embaixo da ponte que tenham paciência: bife é mais chique e eleva o saldo das exportações.
 
José Luztemberger, nosso primeiro e maior ambientalista, já apontou:
 
“No Sul do Brasil, a grande floresta subtropical do Vale do Rio Uruguai foi completamente arrasada para abrir espaço para a monocultura da soja.
 
Isso não foi feito para aliviar o problema da fome nas regiões pobres do Brasil, mas para enriquecer uma minoria com a exportação para o Mercado Comum Europeu, para alimentar gado”.
 
Mas não é só. Diz João Meireles Filho, vegetariano, descendente de pecuaristas da Amazônia:
 
“A miséria brasileira no campo pode ser resumida a uma frase:
 
A pecuária bovina expulsou o homem do campo.
 
Numa grande fazenda da Amazônia, emprega-se uma pessoa a cada 700 bois, que ocupam mil hectares.
A mesma área com agricultura familiar empregaria 100 vezes mais, com agro-floresta em permacultura empregaria 200 pessoas!
*A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
A pecuária é altamente concentradora de renda.
Inexiste uma única região do Brasil onde a pecuária promoveu o desenvolvimento com justiça social.
Por que, então, optamos pelo boi?
 
Porque não pensamos. Não medimos conseqüências.